Associação dos Servidores do Incra no Pará

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Servidores da superintendência regional do Incra no Pará (SR-01) realizaram, nesta segunda-feira (19), ato em frente da sede regional da autarquia em Belém para exigir o fim da indicação político- partidária para cargos comissionados e a nomeação de gestores eleitos pela categoria. A reivindicação se apoia no Decreto presidencial 3.135/1999 que, em seu artigo 1º, determina que os superintendentes regionais do Incra sejam escolhidos dentre ocupantes de cargos efetivos do instituto, cujos nomes constem de lista tríplice eleita pelos servidores.

Em eleição realizada na manhã desta quarta-feira (08/06), os servidores da Superintendência Regional do Incra no Pará (SR-01) escolheram três nomes do quadro de pessoal da autarquia fundiária para compor lista de candidatos ao cargo de superintendente com atuação na região Nordeste paraense. José Belmiro Abucater, Santana Tavares e Blunio Bernardo foram os servidores de carreira mais votados para a lista tríplice que será entregue, nesta quinta-feira (09), em Brasília, ao presidente nacional do Incra, Leonardo Goés, por representantes da Associação de Servidores do Incra de Belém (Assincra) e da Confederação Nacional de Associação dos Servidores do Incra (Cnasi).

Solicitando reajuste salarial e outras demandas, os servidores públicos federais do Pará fazem um ato na manhã dessa terça-feira (18/8) em frente ao Instituto Evandro Chagas (IEC), localizado na rodovia BR-316.

Em Belém os trabalhadores do Incra e MDA (em greve desde o dia 10 de julho) juntaram-se, em 30 de julho de 2015, a outros servidores públicos de órgãos federais em greve em manifestação na manhã daquele dia, no bairro de São Brás, na capital do Pará. O ato fez parte da programação nacional de mobilizações das categorias, cuja pauta de reivindicações tem como principal objetivo a reposição de perdas salariais.

Servidores do Incra em Belém/SR-01, em greve desde dia 10 de julho de 2015, realizaram na manhã desta quinta-feira (23/7), na capital do Pará, um debate com o Professor  Doutor  Girolamo Domenico Treccani, da UFPA (advogado e especialista em Direito Agrário), sobre o tema "O INCRA está fazendo a Reforma Agrária na Amazônia”

Um evento com bolo e velas, seguido de uma marcha fúnebre dos servidores pela sede da Superintendência Regional do Incra em Belém (SR-01) marcou, nesta quinta-feira (9),  o aniversário dos 45 anos da autarquia fundiária federal, que tem como missão constitucional a promoção da reforma agrária no país.

Aos 45 anos de existência, o Incra envelheceu não só pela passagem do tempo, mas principalmente pelo descaso e abandono das políticas de reforma agrária e o sucateamento dos serviços públicos promovidos por sucessivos governos.

É esse envelhecimento precoce de um órgão em processo de falência generalizada que os servidores "descomemoraram" com um grito de socorro à sociedade.

Greve por tempo indeterminado para pressionar o governo a negociar melhorias salariais e prestar um serviço público de qualidade foi a decisão dos servidores das tres superintendências regionais (SR) do Incra no Pará em assembléias realizadas, nesta segunda-feira (06), em Belém, Marabá e Santarém. As SRs de Belém (SR-01) e Marabá (SR-27) decidiram pela greve a partir do dia 10 de julho de 2015, enquanto a superintendência de Santarém vai aderir ao movimento paredista a partir do dia 22, acompanhando indicativo da Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais (Condsef). 

Em assembleia geral, realizada nesta quinta-feira (2/7), os servidores da Superintendência Regional do Incra de Belém (SR-01) rejeitaram a proposta de reajuste salarial do governo feita ao conjunto do funcionalismo público federal. Pela proposta governamental, o reajuste de 21,3% seria escalonado em 4 anos - 5,5% em 2016; 5,0% em 2017; 4,8% em 2018 e 4,5% para 2019.

Servidores da Superintendência Regional do Incra Belém (SR-01) vão paralisar o órgão no dia 03 de julho em repúdio ao veto da presidente Dilma ao PLV 5/2014 que propunha a reestruturação das carreiras da autarquia federal e igualava os salários do Incra aos do Ibama. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, 26/06, em assembleia geral realizada na sede da regional em Belém.

Em Belém a mobilização foi um sucesso, com a presença de cerca de 90 servidores, na entrada do prédio, demonstrando sua indignação com o atual padrão remunerativo e as condições de trabalho da autarquia, cujas atribuições extrapolam em muito a capacidade operacional do órgão.

 

O que cresce e cada vez é mais demonstrado na fala dos servidores é a preocupação com as famílias de trabalhadores rurais, representados em todas as categorias de atendidos pelo Incra e MDA, como os ribeirinhos, coletores extrativistas, quilombolas e demais populações tradicionais. Esse público é prejudicado pelo não atendimento de suas demandas pelo Incra, que se encontra deficitário em orçamento, pessoal, etc.

 

Os ribeirinhos – que são grande número no Pará –, dependerem justamente do trabalho da autarquia para alcançarem a segurança jurídica sobre as terras que ocupam e necessitam, para receberem os demais investimentos que eleve sua capacidade de produção, com inserção no mercado e melhorias na qualidade de vida. “O que está em jogo é muito relevante para que permaneçamos de braços cruzados. Vamos à luta !!!”, afimou Ronaldo Coelho, da Assincra Pará.

 

Fonte: Assincra/PA
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