GREVE GERAL – DIA 28 DE ABRIL INICIA MOVIMENTO GREVISTA CONTRA REFORMAS QUE ACABAM COM DIREITOS DE TRABALHADORES

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greve arte2  28As centrais sindicais e demais entidades nacionais que representam os trabalhadores brasileiros – tanto da iniciativa privada, quanto do serviço público -, aprovaram em seus fóruns deliberativos o início de uma greve geral para o dia 28 de abril de 2017, como forma de denunciar e combater os ataques aos direitos da classe trabalhadora – a exemplo das reformas trabalhista e previdenciária.

 

A decisão das centrais – reunidas no Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) – ocorreu no dia 27 de março de 2017, quando reunidos na sede da UGT, em São Paulo, os representantes de nove entidades representativas (CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical, Nova Central e a anfitriã), além do Dieese, depois de avaliações positivas dos últimos movimentos, bem como da necessidade de parar o Brasil, como forma de barrar a perda de direitos da classe trabalhadora. "Vamos parar o Brasil" é o tema da mobilização, que ocorrerá às vésperas do 1º de Maio e pretende influenciar nas propostas em discussão no greve motivosCongresso, algumas com votação prevista para breve.

 

Confira AQUI cartaz da campanha da greve.

 

Em consequencia dessa decisão, a maioria dos servidores do Poder Executivo aprova participação na Greve Geral dia 28 de abril. Essa decisão foi tomada em plenária nacional da Condsef/Fenadsef, que aconteceu no dia 29 de março de 2017, em Brasília. A plenária contou com mais de 130 representantes de servidores de dezessete estados (SC, RJ, CE, PR, MG, ES, RR, RO, PA, RS, PB, MT, BA, GO, PI, PE, AP) e o Distrito Federal. Por conta da decisão, a orientação agora é iniciar a organização das atividades, começando com realização de assembleias por local de trabalho e a discussão de que fazer para barrar o avanço de ataques aos direitos da classe trabalhadora e o desmonte dos serviços públicos.

 

Somando-se a este movimento grevista, a CNASI-ASSOCIAÇÃO NACIONAL orienta às suas associações vinculadas e aos servidores do Incra (da carreira de Reforma e Desenvolvimento Agrário) e SEAD (antigo MDA) que iniciem as conversações sobre a temática e realizem assembleia locais para decidirem sobre adesão às atividades, que visam defender seus direitos enquanto agentes do Estado e cidadãos. Integração de atividades e parcerias com entidades locais – a exemplo do sindicato dos servidores federais -, devem ser agilizadas, como forma de dar volume e força ao movimento.

 

Importante lembrar que no âmbito do Incra/SEAD os servidores têm razões mais que suficientes para aderirem ao movimento grevista, com destaque para: os problemas de gestão; baixo orçamento; metas difíceis de serem atingidas; reduzido quadro de servidores; assédio moral; uso político de cargos e recursos financeiros; remuneração abaixo dos órgãos assemelhados.

 

Fonte: Cnasi-AN

Comentários  

 
-1 #2 Pauta de negociação incraAnalista 24-04-2017 00:03
Prezados, vendo as recentes notícias após a criação do GT para propor a reestruturação do INCRA e me parece q nada foi feito. Sei q a imprensa anuncia crise, mas o q se viu foi q algumas carreiras foram beneficiadas com bons reajustes em meio "a crise". O q se vê tb são aprovações do Min. Planejamento para realização de concurso para diversos orgãos e o INCRA? Precisamos q algo seja feito! A cnasi pode se manifestar? Diga-nos o q se tem feito e quais são os resultados?

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RESPOSTA DA CNASI
Prezado
O governo tem se fechado para as reivindicações dos servidores do Incra/SEAD. Temos nos reunidos com eles, mas nada evolui. Exemplo pode ser visto na matéria - www.cnasi.org.br/.../

Att
Direção Cnasi-AN
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+3 #1 OBJETIVIDADEEduardo 11-04-2017 10:49
Prezados, boa tarde!

Gostaria de ressaltar que todo esse debate em torno de reforma de previdência faz sentido. Mas não podemos nos engajar em algo se esquecer na nossa reposição salarial. Questiono se já estamos tomando providências de sentar na mesa de negociação visto que não temos um acordo salarial para 2018.
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